Terça-feira, Novembro 10

Curso TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO-35CRE

O uso da Tecnologia na Escola abre um leque de possibilidades para os educadores construirem um projeto educativo de qualidade com pelo viés da interação do aluno com o objeto de conhecimento. Isso vai ser possível à medida da democratização desse recurso. Por exemplo, a escola tem que dispor do Laboratório de Informática, mas tem que ter um profissional da educação para disseminar as possibilidades de uso desse dispositivo. Só assim eu vejo o processo de compreensão e aprendizagem de nossos educadores. Tem que existir o estímulo, o trabalho cooperativo, a sociabilização desses conhecimentos. CONHECER PARA PARTICIPAR... É que nem usar o HIPERTEXTO para ampliar e aprofundar conhecimentos de maneira virtual. Esse é o objetivo...

Sábado, Novembro 7

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Terça-feira, Outubro 27

Teoria/práticapedagógica

Gardner em Multiple Intelligences Around the World, enfatizando duas idéias, como os educadores estão aproveitando as inteligências múltiplas na prática pedagógica, ele explica, uma, a primeira a individualização, onde os " educadores devem conhecer ao máximo seus alunos e, assim ensiná-los da maneira que eles melhor poderão aprender. A segunda é a pluralização. Isso significa que é necessário ensinar o que é importante de várias maneiras- história, debates, jogos, filmes, diagramas ou exercícios práticos."
Dessa forma, aperfeiçoamos nosso fazer pedagógico e complementamos nossa formação continuada.
Podem pesquisar: www.goodworkproject.org
www.howardgardener.com

www.ne.org.br


Sobre o cientista das Múltiplas Inteligências, vale a pena conferir...

Quarta-feira, Setembro 9

Refletindooooo

Em pleno tempo de recuperação!
Assistindo um vídeo de Rubem Alves...

"Educar é ensinar a ver...
Educar as habilidades e sensibilidades..."
É verdade, se não educarmos para sensibilidade, nosso trabalho, certamente se perderá no espaço vazio, pois a habilidade só se concretizará pela sensibilidade...
Assim deve ser o educador do século XXI, um educador de sensibilidades... que é sensível às coisas do mundo, à natureza, à gota de orvalho na manhã de outono, bem como as maiores descobertas científicas, como por exemplo: a vacina de combate a gripe N1...
Essa é a transformação que o educador deve priorizar!

Domingo, Junho 21

Que método usar, na Alfabetização?

( Decroly 1927)
Ao utilizar esta palavra, MÉTODO, será conveniente esclarecer que ela nada significa se não tivermos em mente os objetivos da ação educacinal. Em sua legítima acepção, o método não é uma receita, mas uma relação, entre elementos e situações que tenhamos, e novas situações para cuja proteção intentamos concorrer. Só quando bem reconhecida a situação existente e bem formulada a que se deseja obter, é que podemos pensar em atividades idôneas, isto é, seguras e eficientes.
O conceito de MÉTODO não se contém nos estreitos domínios da técnica, pois que pressupõe uma opção entre fins a serem obtidos. Ao modo de fazer as coisas, ou de como fazê-las, antecede a intenção de fazê-la ou daquilo que se deva fazer. Ainda assim, os resultados da indagação experimental devem ser levados em conta, pois não terá sentido pretender fazer aquilo que não se possa fazer...
( Decroly, in Lourenço Filho, s/d, p. 178)
Uma das minhas preocupações é sobre o método de Alfabetização, ainda mais que andam circulando pelas escolas vários, uns com sua base na fonologia, outros mais
fundamentados no Construtivismo e assim por diante. Acho que o alfabetizador tem que ser um estudioso da linguagem para escolher , na minha opinião, entre os métodos, os de características mais globais, por atenderem os aspectos: fônico, morfológico, a sintaxe e a pragmática, e principalmente, partir da realidade e interesse das crianças. Usar contos, lendas, cantigas, rimas, passeios, reconto de histórias e o professor, no início , como escriba vai criando a proposta metodológica, a partir da reflexão sobre a língua...
Reafirmo aqui a necessidade da pesquisa, da formação do professor, para Alfabetizar e Letrar com segurança!

Quarta-feira, Junho 17

Alfabetização e Letramento

Na semana que passou fui a um Seminário de Educação Municipal, com um convite de uma colega de Escola.
Um Seminário de fundamento, como costumo dizer quando fico encantada com pessoas que são sensibilizadas para aprender e continuar aprendendo. Dei uma passadinha nos livros e não resisti, escolhi um, Alfabetizar e Letrar, da professora MARLENE CARVALHO.
O livro traz uma discussão bem pertinente para o momento quando estamos implantando o Ensino Fundamental de 9 Anos, na Escola.
Fazendo uma reflexão sobre os Métodos de Alfabetização, ela caracteriza os métodos Sintéticos e Analíticos com as devidas etapas para se desenvolverem, isto é, colocá-los na prática. Gostei muito da leitura, pois quando trabalhava com Formação de Professores, sempre fiz essa distinção, para os alunos no Curso Normal, uma vez que elas saem da Escola e vão direto para as turmas de Pré-escolar ou Anos Iniciais do Ensino Fundamental e precisam ter uma noção. O que é Alfabetizar? O que é Letrar? Por onde começar? Como e quando alfabetizar ou letrar? Com que se começa a prática e qual o método mais adequado?
Fiquei feliz, pois a professora argumenta que os métodos ecléticos atendem melhor as necessidades e interesses dos estudantes na infância, são mais completos também, quanto a questão do ensino da língua e a linguagem por abordarem, não só, o aspecto fônico, mas a sintaxe, a morfologia e a pragmática.
Gostei da completude teórica e recomendo uma boa leitura para os alfabetizadores!
Logo vou organizar um slide para estudar com as professoras da minha escola...

Terça-feira, Maio 26

MELHOR IDADE?

A vida tem uma dinâmica , que conforme o passar do tempo, nem percebemos. Assim, estou entrando para a "felizidade" com o coração leve, pois muito já fiz nessa caminhada, está na hora de passar a bola para outra mão.
Sensação do dever cumpridooooo...

"Não importa se teremos tempo suficiente para ver mudadas as coisa e pessoas pelas quais lutamos, ( no meu caso por uma educação pública de qualidade e um educador dignificado na sua profissão) mas sim, que façamos a nossa parte, de modo que tudo se transforme a seu tempo."