quarta-feira, abril 8

RESUMO : Reflexões sobre Alfabetização. Ferreiro.


Emilia ferreiro em sua obra “Reflexões sobre a alfabetização”, faz uma análise sobre a alfabetização, fazendo-nos repensar a nossa prática escolar, na qual se baseia em experiências vivenciada por ela e por outros colaboradores.

Em um primeiro momento a autora aborda, a representação da Linguagem e o processo de alfabetização, enfatizando a importância dos dois pólos do processo de ensino-aprendizagem (quem ensina e quem aprende) e alerta para um terceiro item que deve ser levado em conta: a natureza do objeto de conhecimento envolvendo essa aprendizagem.

Seguindo sua análise a autora fala que a escrita pode ser considerada como sistema de representação da linguagem ou como código de trancrição gráfica das unidades sonoras, onde faz algumas considerações em que consiste essa diferença, na qual diz que na codificação tanto os elementos como as relações já estão predeterminadas, e no caso da criação de uma representação nem os elementos e nem as relações estão predeterminadas. A autora diz ainda que se a escrita e concebida como sistema de representação, sua aprendizagem se converte na apropriação de um novo objeto de conhecimento, ou seja, em uma aprendizagem conceitual, mas se a escrita e concebida como código de transcrição, sua aprendizagem é concreta ,como a aquisição de uma técnica.

Em um segundo momento a autora aborda as concepções das crianças a respeito do sistema de escrita, onde deixa clara a importância das produções espontâneas, nas quais podem ser chamadas de garatujas. Segundo a autora a criança não aprende submetida à um ensino sistemático, mas sim a toda produção desenvolvida por ela , que pode representar um valiosíssimo documento que necessita ser interpretado para poder ser avaliado, dando ênfase não só nos aspectos gráficos mas sim nos aspectos construtivos.Ela ressalta ainda que a distinção entre desenhar e escrever e de fundamental importância, pois ao desenhar se está no domínio de icônico; sendo importante por reproduzirem a forma do objeto.Ao escrever se está fora do icônico, sendo assim as formas dos grafismos não reproduzem as formas dos objetos.Segundo ela as crianças de um certo momento dedicam um grande esforço intelectual na construção de formas diferenciadas entre as escritas, essas diferenças são inicialmente intrafigurais e consiste em atribuir uma significação a um texto escrito. Tais critérios se expressão pelo eixo quantitativo onde se atribui o mínimo de três letras para que a escrita diga algo.E sobre o eixo qualitativo, como a variação interna possa ser interpretada, ou seja, se o escrito tem o tempo todo à escrita não pode ser interpretado.O passo seguinte se caracteriza pela busca de diferenciações entre escritas para dizer “coisas diferentes”, começa assim a busca difícil e muito elaborada de modo de diferenciação, que resultam ser interfigurais. Neste sentido as crianças exploram critérios que lhes permitem, às vezes, variações sobre o eixo quantitativo, variando a quantidade de letras de uma escrita para outra, e às vezes o eixo qualitativo, variando o repertório de letras e até mesmo o posicionamento destas sem modificar a quantidade.

Ao passar por todo esse processo a criança começa por descobrir que as partes da escrita (suas letra) podem corresponder a outras tantas partes da palavra escrita (sílabas). Inicia-se então o período silábico, onde permite obter um critério geral para regular as variações na quantidade de letras que devem ser escritas, chegando até o período silábico-alfabético, que marca a transcrição entre os esquemas futuros em via der serem construídos.Neste período a criança descobre que uma letra não basta para representar uma sílaba e que a identidade do som não garante a identidade de letras e nem a identidade de letras à dos sons.

Dando sequência Emilia Ferreiro fala sobre a polêmica em relação aos métodos utilizados no processo de alfabetização: analítico, sintético, fônico versus global, deixando claro que nenhuma dessas discursões levou em conta as concepções das crianças sobre o sistema de escrita.Deste modo para ela os métodos não oferecem nada maias do que sugestões, incitações.Afirma ainda que o método não pode criar conhecimento, e que nenhuma prática pedagógica e neutra, todas estão apoiadas em certo modo de conceber o processo de aprendizagem e o objeto dessa aprendizagem.A autora cita três dificuldades principais que precisam ser colocadas: a visão que um adulto já alfabetizado tem do sistema da escrita, a confusão entre desenhar e escrever letras e a redução do conhecimento do leitor ao conhecimento das letras e seu valor convencional.Pois, segundo ela, uma vez estabelecidas estas dificuldades conceituais iniciais, é possível analisar a prática docente em termos diferentes metodológicos. Conclui após dar ênfase em cada assunto acima citado, que um novo método não resolve os problemas, mas sim que é preciso reanalisar as práticas de introdução da língua escrita, tratando de ver os pressupostos subjacentes a ela.

Em seguida a autora fala sobre a compreensão do sistema de escrita onde afirma que a leitura e a escrita têm sido tradicionalmente consideradas como objeto de uma instrução sistemática, todavia através de pesquisas a autora possui uma outra visão. Para ela as atividades de interpretação e de produção da escrita começam antes da escolarização, a aprendizagem se insere em um sistema de concepções previamente elaboradas, e não pode ser reduzida a um conjunto de técnicas percptivo-motora.Diz ainda que a escrita não é um produto escolar, mas sim um objeto cultural, resultado do esforço coletivo da humanidade e que existe um processo de aquisição da linguagem escrita que precede e excede os limites escolares.Através de dados colhidos em pesquisas a autora menciona alguns dados que determina aspectos de toda esta evolução como a construção original da criança e onde estas elaboram idéias próprias a respeito dos sinais de escrita, idéias estas que não podem ser atribuídas a influencia do meio ambiente. Volta a falar que em um primeiro momento a criança passa pelo conflito que a distinção em o que é uma figura e o que não é uma figura.Após esta fase começa um trabalho cognitivo em relação a um segundo conjunto, que é a quantidade mínima de caracteres, critério este que tem uma influencia decisiva em toda evolução.O critério seguinte se refere à variedade interna de caracteres,não basta um certo número de grafias convencionais para que se possa ler, e necessário que estes grafemas variem.

Dando seqüência fala das informações específicas do adulto, onde exclarece que existe uma série de concepções que não podem ser atribuídas a uma influência direta do meio, ao contrário existem conhecimentos específicos sobre a linguagem que só podem ser adquiridas através de outros informantes (leitores adultos ou crianças maiores), como, por exemplo, que é convencional escrevermos de cima para baixo, que utilizamos as maiúsculas para nomes próprios e depois de ponto.Afirma ainda que no caso dessa aprendizagem que, conforme a procedência social das crianças há maior variabilidade individual e maiores diferenças. A autora enfoca que a escola pode cumprir um papel importante no que se refere à aprendizagem, no entanto, este papel não deveria ser de dar inicialmente todas as chaves do sistema alfabético, mas sim criar condições para que a criança as descubra por si mesma.Sendo assim o professor deverá adaptar seu ponto de vista ao da criança, estando sempre alerta sobre o que deve ser levado em conta, como, por exemplo, menosprezar os conhecimentos das crianças ao trabalhar somente com base na escrita, cópia e sonorização dos grafemas que considerar teligível a produção da escrita.Emília Ferreiro diz ainda que apesar da escola ser uma instituição social para controlar o processo de aprendizagem e sendo assim a aprendizagem deve realizar-se na escola, a criança desde que nasce e construtora de conhecimento.No entanto para ela deve-se abandonar a idéia de que nosso modo de pensar é o único, fazendo-nos adotar o ponto de vista do sujeito em desenvolvimento.No caso da leitura e escrita a dificuldade de adotar o ponto de vista da criança foi tão grande a ponto de ignorar as suas produções escritas, que a pouco tempo eram consideradas meras garatujas.Todavia existe uma série de passos ordenados antes que a criança compreenda a natureza do sistema alfabético de escrita e que cada passo caracteriza-se por esquemas conceituais específicos, cujo desenvolvimento e transformação consistem em um principal objetivo de estudo.

Emilia ferreiro deixa clara a sua preocupação com o desenvolvimento da leitura-escrita tanto pelo lado teórico quanto pelo lado prático.Segundo ela o analfabetismo ainda hoje é um grave problema e cabe o sistema ser mais sensível aos problemas das crianças e mais eficientes para resolvê-los, se quisermos reverter esse quadro.Demonstra ainda sua atenção às crianças que tiveram possibilidades limitadas de estarem rodeadas por materiais escritos e de serem seus usuários.Em seguida a autora da exemplos de crianças que foram submetidas ao processo de ensino aprendizagem(escrita), mostrando os avanços ocorridos gradativamente durante todo processo. Em um primeiro momento a criança escreve tudo com o mesmo grafema repetindo-o várias vezes.Dois meses após já se pôde notar progressões, ela aprendeu a desenhar algumas letras, alterando caracteres em uma palavra escrevendo de modo mais convencional, apesar de não haver correspondência entre grafemas particulares e pauta sonora.Após mais dois meses a progressão foi ainda maior, pois ela havia ampliado seu repertório de letras, aprendeu que para palavras diferentes deve-se usar letras diferentes. Quase ao final do ano já era capaz de escrever seu nome pronunciando silabicamente para si mesma. Concluiu-se então que esta criança estava construindo um sistema silábico de escrita, tendo assim condições de relacionar a pauta sonora da palavra: uma letra para cada sílaba.

A segunda criança já começava a escola de 1º grau sabendo desenhar seis letras diferentes, onde usava este repertório para difernciar palavras. Após dois meses já apresentava a escrita silábica. Com mais dois meses essa criança já se encontrava no período de transcrição que denomina-se silábico-alfabetico. A autora esclarece que esta escrita e considerada tradicionalmente como omissão de letras, olhando pelo ponto de vista da escrita adulta, mas vista do sujeito em desenvolvimento, esse tipo de escrita é considerada “acréscimo de letras”. No entanto ao final do ano a criança já escrevia alfabeticamente.

Dando seqüência Emília Ferreiro relata uma pesquisa realizada por ela, com propósito de descrever o processo de aprendizagem que ocorre nas crianças fracassadas. Onde enfatiza a evolução das produções escritas feitas por elas. A pesquisa começou com 959 crianças e foi finalizada com 886 dessas mesmas crianças que foram submetidas a entrevistas individuais. Em cada entrevista foi proposta a criança quatro palavras dentro de um dado campo semântico com uma variação sistemática no número de sílabas.Pôde-se notar que 80% dessas crianças, no início do ano escolar, escreviam sem estabelecer qualquer correspondência entre pauta sonora da palavra e a representação escrita, nem correspondência qualitativa/quantitativa. Assim a autora segue sua análise sobre a pesquisa realizada utilizando uma tabela que da ênfase aos padrões evolutivos que a criança pecorre onde faz observações sobre os diferentes níveis de escrita, demonstrando quanto por cento das crianças entrevistadas se encaixam em cada nível.

Finalizando sua análise, Emília Ferreiro fala sobre o polêmico tema “deve-se ou não ensinar a ler e escrever na pré-escola?”, afirmando que esse é um problema mal colocado, por ser falso o pressuposto no qual se baseiam ambas posições antagônicas. A autora assegura que o problema foi colocado tendo por pressupostos serem os adultos que decidem quando essa aprendizagem deverá ser iniciada e quando decidido que esse processo de aprendizagem não iniciará antes do primeiro grau, as salas sofrem um processo de limpeza até que desapareça todo sistema de escrita.Sendo assim a escrita que está presente em meio social desaparece da sala de aula.Por outro lado quando se decide iniciar esta aprendizagem antes do primeiro grau, as salas de pré-escola assemelhar-se a do 1º ano, sendo pressuposto o mesmo em ambos os casos. A autora volta a falar, que a criança inicia sua aprendizagem de matemática, por exemplo, antes mesmo do contato escolar, quando decidem a ordenar vários objetos através de diversas participações ao meio social. No entanto não poderia ser diferente com o sistema de escrita, uma vez que este faz parte da realidade urbana, mantendo contato desde cedo informações das mais variadas procedências como: cartazes de rua, embalagens, livros, revistas, etc. Sendo assim a criança não entra na escola sem nenhum conhecimento sobre o sistema de leitura e escrita. Diz ainda que é necessário uma imaginação pedagógica para dar as crianças oportunidades ricas e variadas de interagir com a linguagem escrita.Finaliza dizendo que é necessário entender que a aprendizagem da linguagem escrita é muito mais que a aprendizagem de um código de transcrição: é a construção de um sistema de representação.

Autor: Ana Paula Martins Lopes Araújo

 




Dois endereços básicos:

http://www.youtube.com/watch?v=RsuBGDCYAX4-

ROTINAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL



www.youtube.com/watch?v=dsxlvcD-5Gl

A obra em vídeo: Por Amor e Por Força da autora Maria Carmem Silveira Barbosa, a mesma aborda a questão do espaço-tempo, isto é a importância da organização das rotinas, o planejamento do professor da Educação Infantil. Isso me chama atenção, pois concordo que a maioria dos inssucessos do professor estão relacionados com q questão teórica e seu planejamento de acordo com as necessidades do grupo.




Amigos e colegas que estão empenhados, revendo conteúdos significativos que constam no exame de seleção: Concurso público.


Podem continuar vizitando meu espaço, vou postar ideias básicas de autores, links, resumos de livros para que juntos e com esforço pessoal possa alcançar aprovação: objetivo de cada um.

https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=brinquedos%20e%20brincadeiras%20de%20creches%20-%20manual%20de%20orienta%






Acima está a dica: pode acessar e BONS ESTUDOS!

BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS de CRECHE






Outro material muito significativo tem disponível no site do MEC. Vai a dica colegas, é só estudar:

 
BRASIL, Ministério da Educação. Brinquedos e Brincadeiras de creche. Manual de Orientação Pedagógica. 2012
 
 
 
 
Permite Dwonload

FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Olá Amigos?

Peofessores que querem estudar os materiais para o Concurso público da Prefeitura Municipal de Santiago: vai umas dicas importantes.

Link:  www.portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task     no Insatituto avisa lá. Formação de Professores. Este material de estudo além de ser incluído na lista de materiais pedagógicos é um recurso fundamental para professores da Educação Infantil, fazendo uma reflexão teórico-prática para apoiar os educadores infantis, traz práticas includentes para que possamos, como educadores, sermos promotores da inclusão racial, não só no discurso como na prática.

A revista publicada: Educação Infantil e práticas promotoras de igualdade racial. SP.: 2012

sábado, novembro 8

WEBQUEST





 
WEBQUEST UMA ESTRATÉGIA OU METODOLOGIA DE TRABALHO ONLINE

Eloí de Oliveira Batista

Professora da rede pública- aposentada.

Coordenadora pedagógica- pólo UNOPAR-Santiago/RS

 

Hoje, mais do que emergente, é imprescindível que o professor busque novas formas de ensinar a aprender usando a mediação tecnológica. Nossos estudantes da era digital já não concebem sentar, receber um questionário do livro didático e responder perguntas,sem no mínimo, demonstrar insatisfação.

A webquest,originária do educador  DODGE (1995), Universidade de São Diego, é uma metodologia online, que pode despertar o interesse dos alunos, no que se refere a aprender a pesquisar, resumir, filtrar as informações. Elaenvolve processo de construção, busca, pesquisa, seleção e registro, com isso,  há possibilidade de desenvolvimento do processo de leitura, oralidade, escrita, interatividade, sociabilidade ( grupo ) e transposição de informações soltas para a organização de conhecimentos.

Para isso, vem se fazendo um chamado aos educadores, para o uso dos laboratórios de informática, nas escolas pública, com um trabalho que ajude na organização de conhecimentos significativos ( para vida do estudante) e, essas ferramentas podem se tornar ricas em agregar, o que, estamos com dificuldades: fazer nossos estudantes apreenderem determinados conteúdos escolares para sua própria autonomia. Assim, no primeiro momento, pode-se aprender junto com os educandos num processo de trocas, como já afirmouPaulo Freire.

Para isso, criar uma webquest é preciso:

1)      PLANEJAR: é o aspecto pedagógico. O que tenho para ensinar? Qual o nível de exigência e domínio que quero imprimir nessa etapa de ensino? Quem são meus alunos? Onde podem pesquisar? Oslaboratórios de informática das escolas funcionam? Como? O que temos de políticas públicas que ajudam a integrar essas ferramentas no nossotrabalho cotidiano?

 

Planejar é criar a história da vida, a autonomia do educador/educando.

2)      FORMATAR: é editar meu planejamento, é PUBLICARnum servidor e dividir com os outros e com seu grupo de alunos em específico, o que se espera deles. Incluir, nessa etapa, as ferramentas de usodas mídias, inovar, mudar os conceitos que atribuem ao profissional da educação ( nos sobrecarregando de atribuições e poucas verdades a nosso respeito), as indicações, as citações, os autores a serem pesquisados, a metodologia que pode ser integrada à proposta, para buscar informações e com isso, organizá-las de forma que possam ser processadas em conhecimentos para vida.

 

A WEBQUEST se constitui em etapas metodológicas organizativas que assim se distribuem, didaticamente:

a)      INTRODUÇÃO: é o momento inicial, do professor, onde a ação é fundamental na organização de estratégias que possam servir para despertar interesse. A linguagem deve ser acessível, a proposta clara, o delineamento sobre o tema resumido, compatível ao nível do estudante, breve e desafiador.

b)      TAREFAS: estas devem propor desafio, a busca, a pesquisa, a síntese pelo aluno. A clareza ea objetividade é fundamental, no que se quer e propõe, pois essa etapa “é a alma da webquest” tem que levar o estudante a organizar as informações e enriquecê-las com diferentes recursos do mundo tecnológico.

 

c)       PROCESSO: é a organização de todo o processo. As etapas da tarefa, os recursos, as informações que devem ser colhidas, a metodologia, organização do grupos de pesquisa, todos os passos que podem ser seguidos pelo grupo e individualmente, caracterizando a sequência didática da proposta como um todo, para que saibam o que fazer, na busca até a apresentação em sala de aula. As fontes essenciais para se instrumentalizarem.

 

FONTES: são os sites, as páginas da web, os critérios para pesquisa, como referendas as fontes, de onde? O assunto pertinente, para estabelecer o foco do assunto, os vídeos, as músicas, os textos, os autores como citá-los, os recursos que possam aprofundar e interpretar, com isso, ser agente de sua própria aprendizagem.

d)      AVALIAÇÃO: nesta etapa é necessário estabelecer a modalidade da avaliação, os critérios que serão levados em conta e o que se espera do grupo e de cada um individualmente.

e)      CONSIDERAÇÕES E OU CONCLUSÃO: A conclusão deve estar fechando e fazendo as considerações coerentes com todas as etapas, principalmente com a introdução que é onde se estabelecem o tema/assunto, descritos em síntese. O que foi feito em consonância do que se espera, para chegar ao que é necessário e algo mais que sempre é possível, como educador.

 

Agora ,é publicar, achando um servidor grátis para hospedar sua  webquest, para que você e seus alunos possam acessar , utilizar, disponibilizar para trocas usando a ferramenta INTERNET. Nesse sentido, a INTERNET é fundamental, daí a justificativa para exigência emergencial de políticas governamentais que ofereçam e acompanhem a disponibilidade dessa ferramenta, nas escolas, pelo uso dos Laboratórios de Informática.

Professor, vá em frente, planeje sua webquest,publique em sites gratuitos, realize um bom trabalho com seus alunos e verifique que as plantas nascem das sementes e fazem todo o ciclo até produzir novas sementes.  Pois, opapel de educador só você pode fazer. Os resultados,espera-se! E faça sua colheita!

EU ESTOU FAZENDO A MINHA!

 

 

REFERÊNCIAS

Sites:

http://pt.wikipedia.org/wiki/WebQuest

webquest.sp.senac.br




 

 

 

 

 

 

quinta-feira, maio 22

ORTOGRAFIA: PNAIC , uma reflexão



                O PROCESSO DE ORTOGRAFIZAÇÃO (PNAIC ) da criança tem trazido muita discussão entre os educadores. Uns que focam suas atividades na "psicogênse" da leitura e escrita são capazes de estabelecer um tempo para que a criança possa fazer a aquisição da escrita da mesma forma da leitura. Depois que o aluno consegue ler, está na hora do segundo aspecto, preocupar-se com a ortografia das palavras, dos  textos desenvolvendo a apropriação do nosso sistema ortográfico da língua. Outros que fazem uma alfabetização com métodos tradicionais acreditam que ortografia é treino de palavras.
               Segundo CAGLIARI 1999, argumenta que:

"Explicar aos alunos o que é ortografia e como resolver dúvidas ortográficas é uma atividade imprescindível na alfabetização.Tendo ouvido todas essas explicações, um aluno pode desenvolver tranquilamente seu processo de alfabetização, sabendo o que e como

ORTOGRAFIZAÇÃO, MUITO BOMMMMMMMM

OLÁ PROFES

Um material de ortografia muito bom, resolvi ajudar a divulgar, uma vez que a tecnologia, hoje deve estar inserida nas práticas pedagógicas dos educadores.

Vamos repensar o ensino da língua do ponto de vista da estrutura e função e ortografizar as crianças nos anos iniciais, isto é," NA IDADE CERTA". Que esse programa não se perca no esquecimento, pois quem se prejudica com isso é a criança que precisa de atendimento correto, adequado e nos anos iniciais de escolarização.


PDF]

HIPERHISTÓRIA PARA AUXILIAR A CRIANÇA DO 2º ANO ...

seer.ufrgs.br/renote/article/download/14015/7906

sexta-feira, fevereiro 28

ALFABETIZAR NA IDADE CERTA?







COMO ENSINAR ALFABETIZAR LETRANDO?


O que o professor precisa saber? O que o aluno precisa saber? O que o aluno sabe sobre a ortografização?
Para diagnosticar o processo de construção do aluno o professor precisa saber e conhecer o objeto de estudo, isto é, mediar a integração do estudante com as estruturas da linguagem verbal, familiarizá-lo com  os gêneros textuais do nosso cotidiano, partindo do que é familiar para ensinar o sistema de escrita alfabético.
Para isso, o texto é a referência básica com o foco na lingüística textual, na teoria da enunciação e na análise do discurso e visando a interdisciplinaridade, também estabelecendo as relações entre imagem/som/ texto escrito, com o auxílio da tecnologia para mediar a aprendizagem.
Uma questão em evidência atualmente, na lingüística textual ( ciência da estrutura e estudo do funcionamento dos textos), com objeto principal de investigação o texto.
A textualidade é estabelecida pelo processo de coerência, princípio de interpretabilidade e compreensão do texto, num processo cooperativo entre o produtor e o receptor (Koch e Travaglia, 1997) e pela coesão que se constitui nos processos de sequencialização que asseguram ( recuperam) uma ligação lingüística entre os elementos que ocorrem na superfície textual (Koch, 1999).
Nesse sentido, estudiosos apontam o início da alfabetização como o período mais importante e é necessário que a criança esteja exposta em vivências lúdicas com os objetos da linguagem, que se constituem em aspectos regulares e irregularidades da estrutura da língua portuguesa numa visão de processo contínuo, isto é, num ambiente alfabetizador com diversidade de recursos a partir de imagens, CDs, músicas, ideias, tirinhas, histórias lúdicas, poemas, textos informativos, jornalísticos, revistas variadas... em leituras multisemióticas, multiculturais e críticas.
No terceiro ano, quando a criança já está com a evolução do processo, se faz necessário a intervenção constante do alfabetizador, destacando, principalmente a construção do texto coletivo como atividade significativa, onde pode ensinar e fazer o contraponto e a reflexão sobre as estruturas do texto escrito bem como todos os aspectos da ortografia, análise das inferências, das informações, comparações, correções encontradas pela leitura e compreensão dos textos.

ESPERO ESTAR COLABORANDO COM OS PROFESSORES!
UM ABRAÇO.




RESUMO DO LIVRO: ORTOGRAFIA: ENSINAR E APRENDER

RESUMO DO LIVRO: ORTOGRAFIA: ENSINAR E APRENDER