Fala-se bastante em reprovação, realidade essa que tem diminuído bastante nas séries iniciais, segundo me consta, no ano 2010. Para isso convido os educadores a refletir sobre algumas questões que se deve estar atentos:
1) Efeitos maléficos da reprovação, tanto na baixa de auto-estima como no sentimento de perda, impotência, medo, fracasso... e tudo que vem junto quando nos sentimos feridos e ou humilhados;
2) Assumir a progressão continuada, nos três Anos iniciais do EF de nove anos sem uma discussão muito séria, um pós graduação, que no mínimo que levante as questões e perspectivas para o século XXI; Já tem uma publicação referendada pela UNESCO, org. por Delors que faz uma reflexão muito significativa, sobre as mudanças de contexto educacional; Estou preocupada, pois não vi início dessa questão. Vamos retroceder a implantar a Progressão Continuada, criticada e referendada pela negatividade de muitos educadores, que trabalharam nessa metodologia. Ou vamos verificar que a sociedade mudou, o contexto de hoje é outro, os alunos, nativos digitais são outros? Que a tecnologia implica também em mudanças significativas? DELORS afirma que as consequências das mudanças decorrem de pressões externa, muito diferente do passado. Que as evoluções são questão de tempo recorde e, vão modificar a paisagem cultural, social, econômica e política; e a educação estará nesse contexto. Tudo, "constituem um novo contexto da educação que deve ser levado em conta pelos responsáveis."(Delors ,2011,p.20-21). Ele afirma que tais mudanças podem ser um passo para uma cultura educativa que transforme "dificuldades p/possibilidades", usando Freire.
A PROGRESSÃO CONTINUADA, terá seus prós e contras. Dependendo do ponto de vista de quem vê e ou entende, na realidade onde será aplicada. Uns vão argumentar, está na Lei maior de ensino... sim.
Essas questões devem ser pensadas com os educadores, na prática, refletidas nas referências disponíveis, já discutida pelos sociólogos e teóricos. o que se pensa das questões educacionais. Que critérios para implantar, acompanhar, dar apoio pedagógico, aquele que na sala de aula se depara com a realidade.
Uma das questões mais cruciais, não é assumir as mudanças, pois se bem conduzidas podem provocar avanços, romper com seriados nos currículos, implantar ciclos, 2 ou 3 no EF de nove anos?
Mas, não esquecer de quem faz realmente as mudanças, o professor na sala de aula, pois a qualidade da aprendizagem, certamente estará muito mais relacionada com a questão do entendimento de como ensinar o aluno a aprender o que é importante para sua vida.
MUDAR para mim significa- vantagem- avanços- aprendizagens...
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quarta-feira, julho 20
terça-feira, novembro 10
Curso TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO-35CRE
O uso da Tecnologia na Escola abre um leque de possibilidades para os educadores construirem um projeto educativo de qualidade com pelo viés da interação do aluno com o objeto de conhecimento. Isso vai ser possível à medida da democratização desse recurso. Por exemplo, a escola tem que dispor do Laboratório de Informática, mas tem que ter um profissional da educação para disseminar as possibilidades de uso desse dispositivo. Só assim eu vejo o processo de compreensão e aprendizagem de nossos educadores. Tem que existir o estímulo, o trabalho cooperativo, a sociabilização desses conhecimentos. CONHECER PARA PARTICIPAR... É que nem usar o HIPERTEXTO para ampliar e aprofundar conhecimentos de maneira virtual. Esse é o objetivo...
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