terça-feira, outubro 16

Como trabalhar??

ATIVIDADE COM Música

OUVIR, APRECIAR, SENSIBILIZAR E CRIAR...

Que sensação sentiram?

alegria/tristeza
irritação/calma/paz
nervosismo/leveza

Os sons dessa música são?

fortes/fracos
quentes/frios
definidos/ confusos
Quais instrumentos são usados/ dá para definir?
Tocar novamente...
Usar instrumentos para acompanhar o rítmo:
A música é lenta?

Montar uma apresentação com as crianças, usando diferentes instrumentos para interpretar:
BOA AULA DE MÚSICA!


sexta-feira, outubro 12

Arte/música



ESTE É O BERIMBAU





OFICINA DE ARTE

HOJE O DESAFIO É ENSINAR MÚSICA NA ESCOLA




O ensino da música chegou na escola. E agora José? A festa acabou e o professor deve ( LEI.) ensinar a música. Nessa perspectiva, volta-se a formação acadêmica desarticulada com os interesses e necessidades, tanto do educador como dos formadores de educadores. Parece redundante a colocação, mas tenho como base a própria caminhada como professora há 30 anos na escola pública, do que muito me orgulha. Estou em licença prêmio para aposentadoria, percorri uma vida trabalhando efetivamente, busquei formação acadêmica, continuada, aprendi muito construí uma a carreira profissional cheia de esperanças em mudanças de paradigmas, transformação do ensino, melhoria na carreira, a qual, abracei com paixão.



Patrícia Ribeiro afirma que a Arte pode ajudar no desenvolvimento infantil:

“ A arte é uma importante maneira de trabalhar a educação, primeiro por procurar, através de estímulos individuais, encaminhar a formação do gosto, o qual é, em muitos casos, responsável pela descoberta da personalidade.”



Embora muitas das minhas expectativas estejam frustradas, espero continuar contribuindo, hoje, com mais paixão ainda. Pesquisando em meus materiais, das minhas palestras como professora do Curso de Formação ( Normal de Nível Médio) encontrei muitas coisas que podem ajudar meus colegas dos Anos Iniciais a rever a questão e aproveitar tudo o

que temos disponível no meio virtual, mídias e na natureza, pensando em reaproveitar nossos próprios resíduos. Vasculhando o passado encontrei um recorte da NOVA ESCOLA que trabalhei com professores. Eis a atividade:

CRIAR UM MURAL e dividi-lo em duas partes na vertical?

Nomear as partes;

O QUE JÁ SABEMOS O QUE APRENDEMOS



( ir montando o que aprendemos durante o desenvolvimento do projeto);

OBS: questionar constantemente, a importância da aprendizagem, conforme vão fazendo as pesquisas e as descobertas.

Desafiar os alunos, instigar, estimular a descobrir respostas, tirar dúvidas, buscar informações nas fontes orientadas, ensinar o tema a ser pesquisado.

Objetivos:

Conhecer as fontes de diferentes linguagens.

Ler para compreender e produzir testos em variadas linguagens: verbal-não verbal.

Pesquisar.

Ampliar horizontes temáticos, buscando outras fontes de informação para processar conhecimentos.

Aprender socializar conhecimentos.

E MUITO MAIS...

MONTAR:

Na revista NOVA ESCOLA, encontrei:

GARRAFAS MUSICAIS (marimba, carrilhão...)

Material

1 cabo de vassoura

Barbante ou arame macio

8 garrafas pet de um mesmo tamanho com diferentes quantidades de água.

Amarre-as em fileira ao cabo, com o arame.

Arranje uma pequena vara de madeira para bater nas garrafas e vá modificando a quantidade de água dentro delas para obter uma escala completa, em cada garrafa dando um tom.



Essa atividade, já presenciei uma vez em Santa Maria, uma professora de música nos apresentou como funciona, formas de explorar som...



Ao trabalhar essa atividade, podemos aproveitar, na atualidade o vídeo, cujo link http://youtu.be/SRqRKttscQo deixo para os educadores, nele tem-se as notas musicais. Para dar significado, aborde com seus alunos o que sabem sobre o tema, sobre instrumentos musicais, pode trazer alguém que toque um violão ou outro instrumento para que a criança comece a sensibilização, aprender a sentir, ouvir, apreciar que são habilidades básicas para a aprendizagem musical. Hoje a música faz parte do Currículo da ARTE, juntamente com as Artes Visuais o Teatro.

Nesse sentido, continuando a intervenção, pode-se levar para observação, o chocalho, violão, flauta para identificação e nunca esquecer o que Paulo Freire afirmou “só ensina quem aprende”, esta pode ser a oportunidade de aprendermos a dar luz às nossas aulas, dar momentos de prazer às nossas crianças, que muitas delas já conhecem o sofrimento do meio onde vivem.



Este é o BERIMBAU, pode ser criado com seus alunos; Aproveite e brinque com eles, isso só vai proporcionar alegria, uma vez que a música é fonte de prazer. Experimente!

Pesquise com seus alunos a origem de cada instrumento, podendo relacionar com a cultura afro-africana, braseira ou indígena, aproveitando a contribuição dessas culturas na formação da nossa como povo com muita diversidade.

Para dar uma luz aos educadores, Medeiros (2011), faz uma publicação pela Ática:

“De volta ao violão, à flauta e ao chocalho, cada um produz som ao seu modo: o violão pela manipulação das cordas; a flauta, pelo sopro; o chocalho, pela agitação do próprio instrumento. De acordo com a maneira pela qual o som é produzido, é possível classificar os instrumentos em três famílias: cordas, sopro e percussão.”

Para ensinar e aprender juntos, pesquisei essas atividades:



Criar um álbum ou mural, com recortes de jornais, revistas ou copie da Internet, de instrumentos musicais, classificando-os em suas diferentes famílias, mais em acústicos e ou elétricos, anotando seus nomes para que não esqueçam. Essa atividade pode ser desenvolvida pela professora de Arte em qualquer nível de ensino, basta pesquisa. ( MEDEIROS, 2011: p. 10)

Continuando:

Criar um DOMINÓ com figuras e nomes de instrumentos musicais, cada peça deve conter o instrumento seu nome e a classificação, ou poder ser feito um jogo de cada classificação e após, os alunos vão separá-los por classe.

Explorações:

Som

A que família pertence

É acústico

É elétrico, etc.

Formação.

Quando e onde usá-los.

Ouvir música e identificar os instrumentos.

Ver vídeo-clip no You tube, de bandas e ou músicas para identificar.



Criar banda, e usando o movie maker, criar um vídeo com seus alunos, postar na mídia. Algumas dessas explorações foram acrescentadas por mim, fruto das minhas vivências de professora, outras são pesquisas em autores, que muito têm contribuído na formação continuada dos educadores.



Com a intenção de elucidar, Medeiros (2011), acrescenta:

“ peça a seus alunos que pesquisem na internet, em jornais, revistas e em encartes de CD quais são os instrumento mais comuns em cada tipo de conjunto – orquestra, banda de pop-rok, bandas marciais, grupos de pagode, capoeira, duplas sertanejas etc.”

Para incentivar seus alunos, faça uma pesquisa local ou regional sobre música, instrumento mais usado, crie textos, publique em jornal local, faça vídeo, chame pessoas da comunidade para dar informações a eles. Assim, você professor não terá angústia nem a sensação de incompletude no seu fazer pedagógico, pois ouço muito “ não sei como ensinar o que nunca aprendi”. Isso é possível e pode ajudar a simplificar e aprender a aprender junto com seus alunos com alegria e muito amor.

Aqui vai mais uma sugestão da autora citada, readaptada para uso em sala por mim; aproveite-a e constate os resultados:





CONSTRUA INSTRUMENTOS, faça uso de outros instrumentos de fácil acesso: a internet é show nessa busca...

BJUS

















OFICINA DE LEITURA


Um dia procurando na internet, encontrei o texto do Ziraldo, adaptei umas atividades para criar a oficina de leitura, aqui vai a sugestão:



PELEGRINO E PETRÔNIO ( ZIRALDO)






ERA UMA VEZ UM PÉ QUE SE CHAMAVA PELEGRINO E SEU SONHO ERA SER BAILARINO, DANÇAVA COMO NINGUÉM NA PONTINHA DOS DEDOS E SONHAVA COM AS PALMAS, OS PULOS, OS APLAUSOS.



ERA UMA VEZ UM OUTRO PÉ, QUE SE CHAMAVA PETRÔNIO E SEU SONHO ERA SER JOGADOR DE FUTEBOL E SONHAVA COM SEUS PASSES, O PIQUE, A PELOTA E O GOL.



MAS, OLHA O DESTINO, O PELEGRINO ERA IRMÃO DO PETRÔNIO E AGORA COMO É QUE IA SER UM PENSAMENTO NO BALÉ E OUTRO NO FUTEBOL



COMO OS PÉS SÃO COMO IRMÃOS E QUE NÃO DÁ PARA SEPARAR . O PELEGRINO E O PETRÔNIO ENCONTRARAM A SOLUÇÃO, RESOLVERAM FAZER AS DUAS COISAS, DANÇAR BALÉ E JOGAR FUTEBOL.



ENQUANTO O PELEGRINODANÇAVA O PETRÔNIO APLAUDIA O IRMÃO E QUANDO O PETRÔNIO IA PARA CHUTAR UM PÊNALTI O PELEGRINO ERA QUEM DAVA AQUELA FORÇA E VIBRAVA COM OS gols do irmão.

Escrever o texto em fichas conforme a distribuição acima.
Solicitar a cada grupo que estabeleça uma sequência que acham legal para ler e entender a história;
Questionar:

O que ensinamos com esse texto?
O que aprendemos com os personagens?
Na vida prática, como é os relacionamentos com irmãos/
O que fica de mensagem para nossa vida?

Criar um teatrinho de dedos, pintando com canetinhas STABILO, os desnhos de Pelegrino e Petrônio para dramatizar a história, podendo adequar outras situações de vida entre irmãos:

Usar jornal, e criar os personagens da história e com os fantoches, recontar a história criada:


E VIVA A CRIATIVIDADE DAS CRIANÇAS!


loi

segunda-feira, outubro 1

Leitura...

               





















                                          

domingo, setembro 30

OFICINAS...






HISTÓRIA CUMULATIVA.



Quer saber mais:
http://www.fisica.interessante.com/files/est2_5

APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA



AUSUBEL, psiquiatra, professor da Universidade de COLUMBIA, explica:


" O fator isolado mais importante que influencia a aprendizagem é aquilo que o aprendiz já conhece. Descubra o que ele sabe e baseie nisso os seus ensinamentos," quando foca sua atenção na sala de aula.a.

Dá para entender a coerência das teorias que enfatizam o sujeito como aprendente, na interação com o objeto de estudo. Isso significa que temos que começar a ensinar de onde os alunos estão, portanto dos conhecimentos prévios.

OFICINA...





Montagem da História a partir do Cenário.

Oficina de Contação de Histórias









Oficina de Contação de Histórias em S.L. GONZAGA/RS

A POLÊMICA DA ALFABETIZAÇÃO

                           As Polêmicas que envolvem a Alfabetização




A alfabetização continua sendo uma questão complexa, uma vez que os alfabetizadores têm pouco conhecimento sobre as teorias que fundamentam o ensinar/ aprender, principalmente do ponto de vista da criança. Muitos acham que realizando muitas atividades a aprendizagem da leitura e escrita acontece, outros preferem ligar a construção da criança com os métodos de ensino e ainda, há quem pense que a motricidade está relacionada a aprendizagem, daí muitos exercício repetitivos e os resultados não aparecem.

Os teóricos, continuamente afirmam que as crianças aprendem “interagindo com o objeto de estudo” e que o outro é muito significativo no ambiente alfabetizador.

Muitos educadores, têm buscado em Peaget, Wigotsky, wallon, Ausuber a resolução de tal problemática da alfabetização, se colocando no lugar de mediador do processo, com isso, alcançando resultados mais efetivos e duradouros.

A teoria defendida por Emília Ferreiro, seguidora de Piaget, tem contribuído para elucidar bastante a prática da alfabetização como processo de criação e construção da criança, no que se refere a como a criança aprende?

Na publicação, REFLEXÕES SOBRE ALFABETIZAÇÃO, (1981) a autora argentina, reúne quatro trabalhos. No primeiro faz uma reflexão sobre a evolução da escrita infantil, do ponto de vista “psicogenético” e mostra de forma sintética a escrita como um sistema de representação, levantando a questão das implicações das concepções na prática e na didática de sala de aula.

Isso chama atenção para que não se pense escrita como codificação, exercícios repetitivos, transcrição de unidades sonoras em gráficas.

Prosseguindo nos demais capítulos do livro, faz esclarecimentos sobre a escrita da criança, percorrendo o processo de construção, passando por diferentes etapas independentemente, da escola. Finaliza o livro com questionamento, alfabetizar ou não na pré-escola?

Nesse sentido, abre espaço para estudo, buscas e pesquisas sobre o tema, mas principalmente, enfatiza a necessidade da mudança de paradigma na alfabetização de crianças, questionando posturas arraigadas da formação acadêmica do passado, desafiando a busca de novas ideias para implantar práticas que tenham coerência com os referenciais teóricos de pensadores, do ponto de vista cognitivo, psicológico e também da criança de hoje nascida na era do conhecimento num mundo digital, mesmo aquela que tenha uma situação econômica precária.

Deixo um desafio aos alfabetizadores, buscar na teoria e criar com seus alunos uma didática que dê conta do processo de aprendizagem, instigando-os a rever suas concepções e o modo de como o sujeito aprende.

Tais reflexões, de vez em quando me trazem a escrevê-las, para matar a saudade e registrar aquilo que acredito: ALFABETIZAR é algo divino, ninguém resiste a euforia da primeira leitura de uma criança.



Referência

FERREIRO, Emília. Reflexões sobre alfabetização. Cortez, São Paulo: 1996.

NOVA ESCOLA. Novos Pensadores. Edição Especial, nº 39